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Expiação – Uma Santa Convocação Para Você

Todo o ritual do santuário se baseava numa promessa: a vinda do Messias. Se o Messias não viesse para se oferecer em sacrifício definitivo por todo ser humano desde Adão, o ritual do santuário israelita não teria validade alguma.

Denis Versiani

“Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Apocalipse 14:6, 7).

Os primeiros raios de Sol começam a brilhar no horizonte. O povo começa a se reunir diante do pórtico da Tenda da Congregação. Expectativa enche o ambiente enquanto o povo canta salmos solenes de adoração ao Deus que os libertou. Seguindo um ritual de jejum, oração, confissão e arrependimento, atendendo à convocação de Levítico 23:27 e 28: “O décimo dia deste sétimo mês é o Dia da Expiação. Façam uma reunião sagrada [santa convocação] e humilhem-se, e apresentem ao Senhor uma oferta preparada no fogo. Não realizem trabalho algum nesse dia, porque é o Dia da Expiação, quando se faz propiciação por vocês perante o Senhor, o Deus de vocês”.

Nesse dia, conforme Levítico 16, o sumo sacerdote tinha acesso ao lugar santíssimo do santuário. Antes de iniciar o ritual mais importante do ano, ele passava a noite anterior sem dormir, em oração e jejum, sondando o seu coração diante de Deus. Isso era necessário, pois ele se depararia com a Shekinah, a manifestação pura e luminosa da glória de Deus sobre o propiciatório da arca da aliança, que continha os Dez Mandamentos de Deus. A arca era uma representação do trono de Deus no povo de Israel. Mas, o que faz do dia da expiação um dia tão importante?

Dentro do santuário havia uma cortina que separava o lugar santo, lugar da intercessão diária em favor do povo, do lugar santíssimo, onde estava a arca da aliança. Ao longo de todo ano, diariamente, adoradores ofereciam sacrifícios de animais como ofertas pacíficas ou pelo perdão dos pecados dele e da sua família, segundo as determinações da lei mosaica. Além disso, diariamente, de manhã e à tarde, o sacerdote oferecia um sacrifício diário por todo o povo. Cada novilho, pombo ou cordeiro morto tinha um pouco do seu sangue levado para dentro do santuário. No lugar santo, o sacerdote respingava esse sangue sobre essa cortina de linho fino com anjos bordados em fios de ouro. Esse sangue representava a responsabilidade que o sacerdote assumia sobre os pecados confessos. Logo, esses pecados eram simbolicamente registrados ao serem levados para dentro do santuário, a fim de serem julgados. Com isso, da mesma forma que aquele rico véu era manchado com sangue, sem ser lavado durante o ano, o santuário ficava contaminado pelos pecados anuais do povo.

Na noite anterior ao dia da expiação, o sumo sacerdote mal dormia. Ele precisava se purificar por meio de uma séria e franca comunhão com Deus. Naquela manhã, após um criterioso preparo, o sacerdote cumpria o seguinte requisito: “Porque, naquele dia, se fará expiação por vós, para purificar-vos; e sereis purificados de todos os vossos pecados diante do Senhor. […] [O sacerdote] fará expiação pelo santuário, pela tenda da congregação e pelo altar; também a fará pelos sacerdotes e por todo o povo da congregação” (Levítico 16:30-33). Antes da expiação em si, o sumo sacerdote oferecia o último holocausto por si e pelo povo como oferta pelo pecado.

Dois bodes eram escolhidos e sorteados para cumprir funções específicas no ritual. O bode expiatório teria o seu sangue derramado e sua carne queimada no altar de sacrifício. Um pouco do seu sangue era levado para dentro do lugar santíssimo, além do véu, junto com um incensário, com brasas do altar de incenso, que representam as orações do povo. O povo era, então, submetido a julgamento (Levítico 16:15-20). Essa era a hora mais solene. Uma vez que o povo era declarado justo diante de Deus, o sangue do bode era colocado sobre cada móvel do santuário para purificá-lo. Em seguida, o sumo sacerdote impunha as duas mãos sobre a cabeça do bode emissário, ou Azazel, transferindo para ele a culpa dos pecados de todo povo. O bode emissário¹ carregava os pecados anuais do povo para longe do acampamento, e seria deixado para morrer sozinho no deserto (Levítico 16:21). Com esse ritual, o santuário era purificado. O povo teria a bênção de Deus para seguir por mais um ano. Logo, todos os anos, esse solene ritual era realizado.

Isso nos mostra algo muito importante. Até que o Messias viesse, era necessário em todos os anos que sacrifícios diários fossem oferecidos pelo povo e pelo sacerdote, e que o santuário fosse purificado anualmente no dia da expiação. Todo o processo se repetia por rituais baseados em sangue de animais inocentes. O autor de Hebreus diz que “visto que a lei tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca jamais pode tornar perfeito os ofertantes, com os mesmos sacrifícios que, ano após ano, perpetuamente eles oferecem… Entretanto, nesses sacrifícios faz-se recordação de pecados todos os anos, porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados” (Hebreus 10:1, 3). É óbvio que o sangue de animais, por mais inocentes que eles sejam, jamais pode remover pecados de seres superiores, criados à imagem de Deus.

Todo o ritual do santuário se baseava numa promessa: a vinda do Messias. Se o Messias não viesse para se oferecer em sacrifício definitivo por todo ser humano desde Adão, o ritual do santuário israelita não teria validade alguma. Mas, “Jesus, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus, aguardando, daí em diante, até que os seus inimigos sejam postos por estrado dos seus pés. Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre os que estão sendo santificados” (Hebreus 10:12-14).

Amigo, Jesus assumiu três funções específicas do santuário:

A primeira foi a de oferta definitiva pelo pecado (Isaías 53:10). Ao morrer na cruz do Calvário, Jesus é a propiciação pelos pecados do mundo inteiro (1 João 2:2). Ele veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lucas 19:10). Ao morrer na cruz, Jesus assumiu a condenação que você e eu deveríamos receber, a morte eterna para erradicar a existência do pecado. Não mais seriam necessários sacrifícios de animais no santuário israelita. No contexto do Santuário, Isaías diz que Jesus foi o cordeiro levado ao matadouro para que o castigo que nos traz a paz estivesse sobre ele, e fossemos curados pelas suas feridas (Isaías 53:4-9). Sendo Jesus o “Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo” (João 1:29), Jesus assumiu a responsabilidade sobre os pecados de todo ser humano, levando-os para o santuário celestial.

A segunda função foi a de sumo sacerdote. Ao Jesus morrer e ressuscitar, ele deu fim ao sacerdócio levita. Naquela hora, o santuário israelita cumpriu finalmente o seu papel, tendo como símbolo o véu sendo rasgado (Mateus 27:51). Não mais seria necessário todo o ritual mosaico, pois Jesus, ao ser entronizado no céu, após a sua ressurreição, seria o nosso sumo sacerdote, um que, sem pecado, se compadeceria das fraquezas de todo ser humano pecador (Hebreus 4:14-16). O ministério superior de Cristo no santuário celestial, cumpriria as diretrizes da nova aliança (Hebreus 8:1, 2, 8-10). Por meio do seu sangue, Jesus também tem os méritos de julgar, perdoar ou condenar o pecador, de acordo com a sua atitude diante do sacrifício expiatório da cruz. Para o pecador arrependido, Jesus, que é o juiz, também é advogado e trará perdão (1 João 2:1). Para o pecador impenitente, o veredicto de Jesus será a condenação eterna.

A terceira função seria a do bode expiatório. Por meio de seu sangue, Jesus purificará o santuário, atribuindo a Satanás e seus anjos a condenação dos pecados confessos pelo pecador arrependido, que lutou contra o pecado ao longo da sua vida. Satanás, o causador de toda a miséria na Terra, é o bode emissário que será destruído após o milênio, e junto com ele, pecado e pecador (Apocalipse 20:10, 14, 15).

É nesse contexto que o dia da expiação tem um cumprimento universal e solene na história da humanidade. Daniel 9:24-27 apresenta a inauguração do ministério sacerdotal de Cristo no Santuário Celestial. Com o cumprimento das 70 semanas simbólicas, que representam 490 anos tendo início no decreto de Artaxerxes para reconstruir Jerusalém, em 457 a.C. (Esdras 7), o Messias ungido, morto e ressurreto assumiria suas funções sacerdotais, intercedendo por cada pecador no que se equivaleria ao sacrifício diário do santuário israelita. Pelos seus méritos, Jesus é perfeitamente autorizado a perdoar pecados. Durante esse período, o Espírito Santo atuaria como consolador, convencendo o ser humano do pecado, da justiça e do juízo, operando e convertendo todos os que se tornarem sensíveis à sua voz (Hebreus 3:15).

A profecia de Daniel 8:14 que começou a se cumprir em 457 a.C., nos mostra um período de 2.300 anos que terminou no dia da expiação de 22 de outubro de 1844. Na profecia, o anjo diz a Daniel que, ao fim das 2.300 tardes e manhãs, “o santuário será purificado”. Bom, se Jesus foi entronizado como rei e sacerdote no Santuário logo após a sua ascensão, podemos entender que o dia profético da expiação é a purificação do Santuário Celestial, como visto aqui, e não da Terra, como alguns de nossos irmãos creem.

Veja o que Salomão nos diz: “Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isso é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más” (Eclesiastes 12:13, 14). O verso que lemos no início esse artigo é uma referência direta a Eclesiastes: “Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Apocalipse 14:6, 7). Além disso, essa passagem também se refere aos Dez Mandamentos, ao mencionar um trecho do quarto mandamento (Êxodo 20:11).

De Apocalipse 1 a 11, João retrata Jesus agindo no lugar santo do Santuário Celestial. Todos os eventos registrados nesse trecho ocorrem na era cristã, após a sua ascensão ao Céu. Mas, em Apocalipse 11:19, João entra no lugar santíssimo, onde vê a arca da aliança. Isso aponta para o início da segunda fase do ministério de Cristo, a expiação. A visibilidade da arca da aliança nos aponta para duas coisas: 1) a validade jurídica e forense do ministério de Jesus; e 2) os Dez Mandamentos como base jurídica para esse julgamento.

Apocalipse 15:8, marca o fim da purificação do santuário dos pecados dos homens. O verso relata que o santuário “se encheu de fumaça procedente da glória de Deus (Shekinah) e do Seu poder, e ninguém podia penetrar no santuário” (veja Lamentações 3:44). Ou seja, cessou a intercessão. Nenhuma oração por perdão mais será ouvida. Todas as chances de arrependimento cessarão. Quem perseverou em guardar os mandamentos de Deus e a fé em Jesus (Apocalipse 14:12) será declarado inocente. Quem perseverou em seguir o Dragão, a besta e o falso profeta será declarado culpado. A seguir, João retrata o derramamento dos sete flagelos, juízos de Deus sobre os descrentes, que terminarão com a volta de Jesus (Apocalipse 16-19), o arrebatamento visível dos santos (Mateus 24:30, 31; Apocalipse 20:4-6) e a morte dos ímpios (Apocalipse 20:1-3).

Observando o relato com atenção, nós percebemos algumas coisas interessantes. A primeira é que a expiação do Santuário Celestial é um processo definitivo na história da humanidade, que começou em 22 de outubro de 1844 e ainda está em vigor. O “livrinho” de Apocalipse 10 é uma referência às profecias de Daniel 8 e 9, estudadas por cristãos piedosos que atingiram o conhecimento do dia da expiação no Santuário Celestial, e criaram um movimento mundial de pregação dessa importante mensagem a muitos povos, nações, línguas e reis (Apocalipse 10:11).

Expiação significa conciliação. Enquanto Jesus julga a humanidade, ele derrama sobre todos nós a sua graça, para que, por meio dela, pela fé, todos possam ser salvos e justificados (Filipenses 2:8-10). Jesus reconciliou consigo o mundo. Mas depende de cada homem e mulher decidir se aceita ou não a reconciliação que ele proveu na cruz. Se a resposta for “sim”, a reconciliação será consumada no Santuário Celestial, pelo selamento dos santos. Se a resposta for “não”, a mesma cruz que Cristo usou para salvar, será usada para condenar o ímpio.

Podemos entender também que esse julgamento ainda está em execução. As evidências de Eclesiastes 12:13, 14 estão sendo cuidadosamente analisadas. Jesus está julgando cada ação e motivação que surge no coração do homem. Ele está analisando cada luta que temos com a nossa natureza pecaminosa, cada pecado que enfrentamos ou que acariciamos em nosso coração. Embora ele esteja nos julgando, o seu interesse é salvar o pecador arrependido. Provérbios 28:13 diz que “o que encobre a transgressão nunca jamais prosperará; o que confessa e deixa alcançará misericórdia”. João diz que “se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9).

Amigo, você entende a seriedade do momento em que estamos vivendo? Enquanto nos preocupamos com as coisas dessa Terra, nossa vida está sendo cuidadosamente analisada e nosso destino eterno está sendo selado no céu. Se não entendermos que somos naturalmente maus (Isaías 64:6), não vamos sentir a necessidade de um Salvador. Somente por meio do estudo da Bíblia e da oração sincera, sem formalidades, é que podemos permitir que Deus entre em nosso coração e mude a nossa vida (Apocalipse 3:20).

Tema a Deus e guarde os seus mandamentos (Eclesiastes 12:13). É vital entender que os Dez Mandamentos não foram abolidos na cruz. Eles são a lei de Deus que nos mostram onde estamos errando, apontando e condenando o pecado. São os mandamentos que apresentam Jesus como o único caminho de se obter perdão e vida (Gálatas 3:24, 25). Os Dez Mandamentos são a exposição clara e definitiva de como devemos nos relacionar com Deus, (veja Êxodo 20:1-11; Deuteronômio 6:5; Mateus 22:37), conosco e com o nosso próximo (Êxodo 20:12-17; Levítico 19:18; Mateus 22:39, 40).

A essência da lei é o amor, e o amor não pode ser abolido. Uma vez que você busca cumprir os Dez Mandamentos com amor, você está se preparando para o dia da salvação, pois os Dez Mandamentos são a base jurídica da expiação.

A obediência à lei não salva ninguém. É apenas uma resposta de gratidão e reconhecimento pela salvação que Jesus Cristo já nos garantiu na cruz. Essa resposta só é possível pela fé, que é um dom de Deus (Efésios 2:8-10). Quando você aceita a fé que Deus quer lhe dar, você passa a confiar que ele vai cuidar de você em todos os momentos, sejam bons ou maus. Afinal, o Juiz também é nosso Advogado junto ao pai (1 João 2:2).

“O tempo presente é de dominante interesse para todo o vivente. Governadores e estadistas, homens que ocupam posições de confiança e autoridade, homens e mulheres pensantes de todas as classes, têm sua atenção posta nos acontecimentos que tomam lugar ao nosso redor. Estão observando as relações que existem entre as nações. Eles examinam a intensidade que está tomando posse de cada elemento terreno, e reconhecem que algo grande e decisivo está para acontecer – que o mundo está no limiar de uma crise estupenda”²

As calamidades em terra e mar, as condições sociais agitadas, os rumores de guerra, são impressionantes. Prenunciam a proximidade de acontecimentos da maior importância. As forças do mal estão-se arregimentando e consolidando-se. Elas estão se fortalecendo para a última grande crise. Grandes mudanças estão prestes a acontecer no mundo, e os eventos finais serão rápidos.³

Amigo, vivemos num tempo solene, que não pode ser passado por alto. À medida que a volta de Jesus se aproxima, à media que a expiação vai chegando ao fim, Satanás, irado, ruge como um leão, buscando tragar tantos homens, mulheres, velhos e crianças quanto possíveis, pois ele sabe que pouco tempo lhe resta para ser destruído (1 Pedro 5:8; Apocalipse 12:12). Ele tem pervertido princípios e valores em todas as esferas da sociedade. Nunca foi tão difícil definir o certo e o errado.

A sexualidade está presente em todo lugar. A sede pelo dinheiro nos impulsiona em todos os escalões da sociedade. A violência é pregada como uma solução para os nossos problemas. A cada segundo que passa, o amor de Deus vai se esfriando dos corações (Mateus 24:12). O próprio Deus, criador e redentor da humanidade, para muitos, não passa de um amuleto, ou um simples conceito retrógrado de mentes ignorantes, totalmente dispensável nos meios acadêmicos. Muitos usam o amor divino para justificarem suas perversões. Onde vamos parar com tudo isso?

Amigo, é hora de tomar uma decisão ao lado de Deus. Jesus Cristo está voltando, e o tempo está voando. Logo, logo o julgamento vai terminar, e o Filho do Homem vem para separar o joio do trigo. De qual lado você vai estar, daqueles que amaram a Deus mais do que a própria vida, ou dos que amaram a própria vida mais do que a Deus? Se você amar a sua vida, você vai perdê-la; simples assim! Mas, se você amar a Deus, Jesus vai levá-lo para a vida eterna, onde os segredos do Universo serão abertos diante dos seus olhos por toda a eternidade. Portanto, “escolham hoje a quem vocês irão servir. Mas eu e a minha família serviremos ao Senhor” (Josué 24:14).

Deus abençoe você!

_______________

Denis Versiani é Mestre em Teologia

¹Bode emissário. Do hebraico, “pertencente a Azazel”, assim como o outro bode pertencia ao Senhor. Portanto, Azazel deveria se tratar de um ser pessoal, capaz de ser dono de algo. (…)“Bode Emissário” é uma tentativa de traduzir o termo hebraico “Azazel”. O bode vivo servia para fazer expiação, no sentido de levar embora os pecados dos israelitas, como se fosse um caminhão de lixo ritual transportando detritos tóxicos, em direção ao deserto (Levítico 16:21, 22).

² Profetas e Reis, pág. 537.

³ Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 280

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